Newsletter
Conteúdo que conecta tecnologia a resultados reais. Quinzenal. Sem enrolação.
Durante dois anos você foi o gargalo de cada processo: nada andava sem a sua decisão, a sua revisão, a sua assinatura. ClickUp acaba de colocar na equipe o tipo de colega que não dorme, não esquece e não pede aumento. A pergunta não é mais se você vai ter um agente de IA na sua operação, é quando e quantos.
Ler →Por cinco anos a Meta precisou do nome Ray-Ban para vender óculos inteligentes. Agora ela lançou a própria linha a 299 dólares, com IA nativa e uma janela de dezoito meses antes da Apple entrar no jogo. O wearable deixou de ser nicho de early adopter.
Ler →A reunião sempre teve preço. Só não tinha etiqueta. O que não tem etiqueta ninguém mede, questiona ou corta, e foi assim que uma equipe média passou a queimar 31 horas por mês em conversas que ela mesma classifica como desnecessárias. Agora existe tecnologia que mostra o custo subindo em tempo real, e o efeito sobre o calendário é cirúrgico.
Ler →Há vinte anos o ser humano mantinha foco por dois minutos e meio numa tela. Hoje são quarenta e sete segundos antes da primeira distração. A pesquisa da UC Irvine confirma o que todo gestor sente na pele: deep work deixou de ser hábito e virou vantagem competitiva rara.
Ler →Claude Sonnet 5 foi treinado para não esquecer o objetivo no meio do caminho. Persistência agentic em cadeias longas, performance próxima ao Opus, preço de Sonnet. O problema mais caro da automação com IA pode ter acabado de sumir.
Ler →ClickUp Brain 2.0 não é apenas um assistente que responde perguntas sobre suas tarefas. É um sistema que aprende como sua equipe trabalha (quem faz o quê, quando, como) e usa esse conhecimento para sugerir, delegar e até executar tarefas. O ClickUp deixou de ser uma ferramenta para se tornar um membro da equipe.
Ler →Google, Microsoft, Amazon, NVIDIA e GitHub se uniram em torno de uma especificação que pode mudar radicalmente como agentes de IA interagem com o mundo digital. É o DNS para IA, e você precisa entender antes do mercado se mover.
Ler →Por dois anos, o mercado de IA correu atrás do modelo mais potente, custasse o que custasse. Em 2026, o critério virou outro: eficiência por dólar gasto. Empresas estão trocando modelos caros por modelos baratos e bem roteados, e a conta fecha melhor.
Ler →